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Válvulas Solenoides 2 Vias

Válvulas 2 vias

 

 

Estas válvulas solenóide possuem uma entrada e uma saída de fluxo sendo utilizadas para permitir ou bloquear a passagem de fluído com vários tamanhos de conexões, orifícios e construções para aplicações tais como: controle automático de ar, gás inerte, água, óleo, vapor entre outros gases e líquidos não corrosivos ao latão, alumínio e aço inoxidável, sendo ideais para utilização em máquinas de bebidas refrigerantes, instrumentação, tratamento de água, máquina de corte a chama, equipamento de solda, umidificadores, equipamentos odontológicos etc.

Normalmente Aberta

DesenergizadaEnergizada

Este escoa através do corpo da válvula quando a bobina é desenergizada e é bloqueado quando a bobina é energizada.
Existem basicamente dois tipos de construções:

Ação Direta

DesenergizadaEnergizada

Quando o solenóide é energizado, automaticamente, o núcleo abre o orifício de passagem ou sede em uma válvula Normalmente Fechada ou fecha este orifício em uma válvula Normalmente Aberta. A válvula irá operar a pressões desde 0 PSI até a sua máxima pressão diferencial de operação. A força necessária para abrir a válvula é proporcional ao diâmetro do orifício e a pressão do fluído. Ao aumentar o diâmetro do orifício, aumenta-se também a força exigida. Para operar com orifícios de dimensões maiores, sem aumentar o tamanho do operador solenóide, são utilizadas válvulas pilotadas internamente.

Pilotada Internamente

DesenergizadaEnergizada

Estas válvulas utilizam a pressão da rede para auxiliar na sua operação.

Quando a bobina é desenergizada (numa válvula Normalmente Fechada), o orifício piloto é fechado e a pressão da rede é aplicada na parte superior do pistão ou diafragma passando através do orifício de balanceamento, fechando assim a válvula. Quando a bobina é energizada, o núcleo abre o orifício piloto, diminuindo a pressão sobre o diafragma ou pistão. A pressão da linha, por si só, abre a válvula ao levantar o diafragma ou pistão possibilitando o escoamento via orifício principal ou sede da válvula.Normalmente Fechada

DesenergizadaEnergizada

Utilizadas para permitir ou bloquear a passagem de fluído estas válvulas solenóide possuem uma entrada e uma saída onde o fluído é bloqueado quando a bobina é desenergizada, e escoa através do corpo da válvula quando a bobina é energizada. 

Existem basicamente dois tipos de construções:

Ação Direta

DesenergizadaEnergizada

Quando o solenóide é energizado, automaticamente, o núcleo abre o orifício de passagem ou sede em uma válvula Normalmente Fechada ou fecha este orifício em uma válvula Normalmente Aberta. A válvula irá operar as pressões desde 0 PSI até a sua máxima pressão diferencial de operação. A força necessária para abrir a válvula é proporcional ao diâmetro do orifício e a pressão do fluido. Ao aumentar o diâmetro do orifício, aumenta-se também a força exigida. Para operar com orifícios de dimensões maiores, sem aumentar o tamanho do operador solenóide, são utilizadas válvulas pilotadas internamente.

Pilotada Internamente

DesenergizadaEnergizada

Estas válvulas utilizam a pressão da rede para auxiliar na sua operação.

Quando a bobina é desenergizada (numa válvula Normalmente Fechada), o orifício piloto é fechado e a pressão da rede é aplicada na parte superior do pistão ou diafragma passando através do orifício de balanceamento, fechando assim a válvula. Quando a bobina é energizada, o núcleo abre o orifício piloto, diminuindo a pressão sobre o diafragma ou pistão. A pressão da linha, por si só, abre a válvula ao levantar o diafragma ou pistão possibilitando o escoamento via orifício principal ou sede da válvula.



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